Intestino
Boa parte do seu sistema imunológico mora no intestino. E ele funciona como uma peneira fininha, que deveria deixar passar só o que faz bem pro seu corpo. Existe relação entre intestino e pele? Provavelmente sim.
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Rafaela Kherlakian
Depois de tratar milhares de casos, nutricionista especialista em doenças autoimunes revela 50 receitas fáceis e rápidas capazes de acalmar a psoríase sem precisar de cremes ou corticóides caros.




Se você é como milhões de brasileiros que convivem com psoríase, provavelmente já viveu pelo menos 3 dessas nos últimos 30 dias.
E o pior de tudo: você começa a se perguntar se é assim mesmo pro resto da vida... ou se você é que está fazendo alguma coisa errada.

Eu sou a Rafaela Kherlakian, nutricionista funcional, CRN-SP 46.155, e há 10 anos eu trabalho com doença autoimune.
Depois de acompanhar centenas de casos de psoríase, eu preciso te dizer uma coisa com todas as letras:
A psoríase não é apenas uma doença de pele.
Ela não está apenas na sua pele. Ela é uma doença autoimune crônica, sistêmica, e o que a gente faz é tratar a bendita da pele.
Eu chamo isso de abordagem unifocal. A gente pega o pedacinho que tem placa, passa a pomada, passa o corticoide, e fica por isso mesmo. Falta atenção ao que é fundamental: a inflamação interna, a permeabilidade intestinal e os gatilhos que são sistêmicos.
A placa que você vê no cotovelo, no joelho, no couro cabeludo não é o problema.
Ela é o resultado.
E enquanto ninguém olha pro que está causando aquilo, o creme vai continuar sendo o que ele sempre foi: alívio temporário. Você passa e melhora. Para de passar e volta. E às vezes volta pior.
Quando você entende o que está mantendo a inflamação acesa, você também descobre o que pode fazer pra acalmar ela daqui pra frente.
E não estou falando de dieta impossível, de ingrediente caro de loja de produto natural, nem de virar a sua rotina do avesso.
Estou falando de escolhas simples, de mercado, que podem fazer o prato jogar a favor da sua pele em vez de contra.
A mudança de hábito é o que reduz a inflamação e ajuda a parar o progresso da doença. Não tem atalho, mas também não precisa ser difícil.
A pele é o alarme. O incêndio, muitas vezes, começa bem longe dela.
Boa parte do seu sistema imunológico mora no intestino. E ele funciona como uma peneira fininha, que deveria deixar passar só o que faz bem pro seu corpo. Existe relação entre intestino e pele? Provavelmente sim.
Quando essa peneira inflama e começa a deixar passar o que não devia, o corpo entende aquilo como ameaça e responde com inflamação. A inflamação agrava a permeabilidade. E a permeabilidade contribui para as crises. É um ciclo que se alimenta sozinho.
Aí o sistema imunológico ataca as células saudáveis da própria pele, e o ciclo de renovação da pele acelera. As lesões que aparecem são a consequência disso. Nenhum creme aplicado por fora alcança esse ciclo.
Existem 7 tipos principais de psoríase, cada um com características e sintomas específicos. E não é raro ter mais de um tipo ao mesmo tempo.
Cada tipo tem uma manifestação única. Mas a base para o controle é a mesma, independentemente do tipo que você tem. E é exatamente essa base que está no guia.

O tipo mais comum: 80 a 90% dos casos. Lesões avermelhadas e espessas, com escamas prateadas. Aparece mais no couro cabeludo, cotovelos, joelhos e lombar. Tem gente que tem só em um lugar, tem gente que tem no corpo todo.
Sintomas: Coceira, dor e rachaduras.

Caracterizada por pequenas lesões em forma de gota. Afeta mais crianças e jovens adultos, muitas vezes depois de uma infecção de garganta. Aparece mais no tronco, braços e pernas.
Sintomas: Lesões finas, sem escamas tão espessas quanto as da psoríase em placas.

Um dos tipos mais chatos, porque quase todo mundo confunde com fungo — até profissional de saúde. Afeta unhas das mãos e dos pés: ficam descoloridas, grossas, quebradiças, com pequenas depressões, e podem se soltar do leito ungueal.
Sintomas: É muito comum quem tem psoríase ungueal ter também psoríase em placas ou gutata.

Lesões avermelhadas e inflamadas que aparecem nas dobras do corpo: axilas, virilhas e sob os seios. Não tem escama grossa por causa da umidade da dobra, mas são lugares difíceis.
Sintomas: Desconforto por atrito e umidade, especialmente onde a pele encosta na pele.

Caracterizada por bolhas cheias de pus. A boa notícia é que não é infecciosa. Aparece mais nas mãos e nos pés, mas pode aparecer no corpo todo.
Sintomas: Febre, calafrios, fadiga e lesões dolorosas.

Ataca as juntas, e não só as das mãos: pode ser qualquer junta do corpo. É bem mais comum do que se imagina, e pode ocorrer com ou sem lesões na pele. Se não for cuidada, pode levar a deformidade e perda de mobilidade.
Sintomas: Inchaço, dor nas articulações e rigidez pela manhã, parecida com artrite reumatoide.

A mais rara e a mais grave. Atinge grandes áreas do corpo, como barriga e costas, com vermelhidão intensa e descamação. Exige acompanhamento médico.
Sintomas: Coceira severa, dor, inchaço e alteração na temperatura do corpo.
Direto ao ponto. Sem informação genérica. Sem enrolação. Comida de mercado, do jeito que o brasileiro come de verdade.
A lista dos alimentos que ajudam a acalmar a inflamação de dentro pra fora, e como colocar eles na sua rotina sem complicação.
O que você provavelmente come achando que é saudável e que pode estar mantendo a inflamação acesa. Começando pelo leite de vaca e a caseína.
Cúrcuma, gengibre, alho, orégano, canela. O que cada um faz pela sua pele e como usar de verdade, não de enfeite.
Por que a cúrcuma sozinha o seu corpo quase não aproveita, e o que colocar junto pra potencializar o efeito anti-inflamatório dela.
Ovos com fruta, panqueca de banana, creme de abacate, crepioca. Prontos em 15 minutos, sem glúten e sem leite de vaca.
Mousse de chocolate com abacate, sorvete de banana com canela, trufa de cacau e coco, panna cotta. Sim, sobremesa. Sim, no protocolo.
Por que ralar a raiz na hora libera muito mais princípio ativo, e por que sem uma gordura boa no prato você não absorve as vitaminas que precisa.
Café, almoço, jantar, lanche e sobremesa já montados, dia por dia. Você não precisa decidir nada.
Relatos reais de quem decidiu começar pelo prato.
"Eu tinha psoríase na perna inteira. Passei anos de calça no calor, e eu nem gostava de calça. Já tinha ido em tanto médico que perdi a conta. Quando a Rafaela falou que era pra começar pelo intestino, eu achei que era mais uma. Não era. Hoje eu uso vestido de novo."
"Eu tenho uma farmácia inteira em casa e nada resolvia. Achei que comida não ia mudar nada, porque eu já tinha tirado glúten por conta e melhorou só um pouquinho. O que faltava era entender o resto. As receitas são de comida normal, de mercado. Foi a primeira vez que fez sentido."
"Eu tinha certeza que ia ser sacrifício, viver de folha e água. Aí eu vi que tinha mousse de chocolate e bolo de cenoura no guia e não acreditei. Faço a panqueca de banana quase todo dia. Meu marido come junto e nem sabe que é receita de protocolo."
"Não é sobre pele bonita. É que eu tinha parado de abraçar meus netos com manga curta. Eu me afastei de todo mundo e ninguém entendia por quê. Voltar a me sentir gente não tem preço."
Bônus Exclusivo
Você também recebe de presente: Aula Ao Vivo "Como Controlar a Psoríase Para Toda a Vida"
Ao entrar no Guia, você ganha acesso à aula ao vivo comigo, onde eu ensino a controlar a psoriase para o resto da sua vida.
Intestino (a peneira), Inflamação (o ciclo) e Pele (o alarme).
Essa aula é vendida separadamente por R$ 197, mas quem adquire o Guia recebe um ingresso totalmente grátis.
Incluso. Sem custo adicional.

Este guia é para você que:

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Sobre a Autora
Nutricionista funcional, CRN-SP 46.155, formada há 10 anos, com pós-graduação em nutrição clínica funcional e formação em modulação intestinal, interpretação de exames laboratoriais e suplementação.
Cofundadora do Instituto Kherlakian Caminha, em Moema, São Paulo, que atende há 6 anos com foco em abordagem funcional para doenças autoimunes.
Em 2021 foi uma das 10 nutricionistas premiadas no Brasil. É mentora de outras nutricionistas e leciona em pós-graduação sobre autoimunidade.
Diferente de quem leu dois livros sobre hábitos, a Rafaela acompanha doença autoimune todo dia, no consultório, há uma década. E tem um acervo de milhares de casos reais de psoríase documentados.
Mais de 111 mil pessoas acompanham o trabalho dela no Instagram.
O propósito dela é simples: mostrar que dá pra controlar doença autoimune começando pelo prato, sem depender de remédio pra sempre.
Prova & Trajetória




Antes de você decidir, vamos resolver as perguntas que provavelmente estão na sua cabeça agora.
Se você come todo dia, o guia se aplica a você. Não é sobre crença, é sobre nutrição funcional. As receitas foram montadas com base no que a Rafaela aplica no consultório há 10 anos e cada uma explica por que joga a favor da sua pele.
Não. São 50 receitas de comida de verdade: café da manhã, almoço, jantar, lanche e sobremesa. Tem mousse de chocolate, tem bolo de cenoura, tem panqueca. A ideia é trocar, não cortar tudo.
Não. É comida de mercado. Se tem algum ingrediente que você não acha ou não gosta, o guia mostra por que ele está ali, então dá pra substituir com critério.
Não, e não é essa a proposta. É um material educacional de alimentação anti-inflamatória, complementar. Nenhuma mudança alimentar deve ser motivo pra você abandonar o que o seu médico prescreveu. O ideal é fazer a transição conversando com ele.
Isso varia de pessoa pra pessoa e ninguém honesto vai te dar uma data. O que a gente sabe é que a mudança de hábito é o que reduz a inflamação e ajuda a parar o progresso da doença.
Ao comprar o guia, você recebe o acesso. A aula é vendida separadamente por R$ 197 e entra como bônus, sem custo adicional.
Você tem 7 dias de garantia incondicional. Se não for pra você, é só pedir o reembolso e devolvemos 100% do valor, sem pergunta nenhuma.
Não. Pagamento único, acesso pelo celular ou computador, seu para sempre.
A psoríase não é só o que aparece na pele. Ela é uma doença autoimune sistêmica, e a inflamação não espera você decidir.
Até 30% de quem tem psoríase desenvolve artrite psoriásica, que ataca as juntas. E a psoríase também está relacionada com doença cardiovascular e síndrome metabólica.
Quando você passa a pomada, a chance de você infartar diminui? Não. A chance de ter um AVC diminui? Também não.
Se você chegou até aqui, é porque alguma coisa dentro de você já entendeu: tratar só a pele nunca foi o caminho inteiro.
Você pode continuar comprando a próxima bisnaga. Pode continuar esperando o próximo inverno. Pode continuar achando que é só assim mesmo.
Ou pode investir menos do que o preço de um pão na chapa em um guia que te mostra o que realmente importa pra sua pele.
A pele é só o alarme. O incêndio começa bem longe dela.
E isso começa agora.
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